Pragas

Aranha

As aranhas habitam praticamente todas as regiões do planeta, incluindo uma espécie aquática. Muitas espécies vivem próximas, e até mesmo dentro de habitações humanas, favorecendo a ocorrência de acidentes. Atualmente são conhecidas cerca de 35 mil espécies em todo o mundo. O veneno produzido por duas glândulas situadas na região das quelíceras pode ser utilizado na captura de presas e como defesa. Poucas espécies podem causar acidentes com envenenamento humano importante. Apenas cerca de 20 a 30 espécies são consideradas perigosas ao homem.

Principais especies:

  • Aranha Caranguejeira – (várias espécies)
  • Aranha Armadeira – (Phoneutria nigriventer)
  • Aranha de Jardim ou Tarântula – (Lycosa erythrognatha)
  • Viúva Negra – (Latrodectus curacaviensis)
  • Aranha Marrom – (Loxosceles spp.)

Barata

As baratas estão entre os insetos mais antigos no planeta são cerca de 3500 espécies, porém apenas 1% é conhecida.

As baratas comem de tudo: lixo, detritos, produtos de origem vegetal ou animal, e tem uma alta resistência a variações climáticas e ambientais.

Se não bastasse ainda é capaz de transmitir várias doenças tipo: desinteria, lepra, poliomielite e manifestações alérgicas como a bronquite asmática.

O serviço que prestamos contra essa praga é direcionado ao extermínio delas, portanto trabalhamos em procurar de onde elas vem, por que estão ali e ir direto no foco, o sucesso na aplicação depende de todos estes fatores.

As espécies mais conhecidas são:

  • Barata de esgoto, cascuda, barata vermelha (Periplaneta Americana)
  • Baratinha, Barata germânica ou Barata Alemã (Blattella geramanica)
  • Barata oriental, muito parecida com a barata de esgoto (Blatta orientalis)

Broca

Conhecidas como brocas de madeiras, as espécies mais importantes que causam danos em móveis são as das famílias Anobiidae, Bostrichidae, Curculionidae e Lyctidae.
Os danos causados pelas brocas são menores que os causados pelos cupins, porém também requerem atenção. Apenas as larvas causam danos, pois é nesse período que o inseto se alimenta da madeira, formando verdadeiras galerias. Uma característica que facilita a identificação de uma infestação por brocas é a presença de furos nas peças de madeira, mas principalmente, a presença de um pó ou serragem bem fina, assemelhando-se a um talco, próxima à peça. É importante salientar que a textura desse pó é que diferencia uma infestação causada por brocas de uma infestação causada por cupins de madeira seca.

Carrapato

O carrapato do cão (Rhipicephalus sanguineus) é encontrado no meio ambiente muito facilmente, como canis, muros, telhados, batentes de portas, troncos e cascas de árvores, parte de baixo de folhas e plantas, residências etc. Esse parasita é muito sensível à claridade, por isso se “escondem” em ambientes com pouca luz. Vale lembrar que o homem não pode ser hospedeiro dos carrapatos. Isso porque dificilmente uma pessoa irá deixar que um carrapato fixe-se em sua pele sem retirá-lo. Além disso, para ser infectado pela doença (tanto a Babesiose quanto a Erliquiose), o carrapato precisa ficar preso à pele por no mínimo 4 horas, o que é muito difícil de ocorrer, já que assim que picados, nossa primeira reação é retirar o parasita do nosso corpo. Como os animais não tem essa capacidade, eles dependem de nós para verificar se há algum carrapato em seu corpo.

Importante lembrar que os carrapatos não vivem sem um hospedeiro, pois precisa de seu sangue para sobreviver, sugando-o até ficar saciado. Depois de se alimentar, eles se soltam do hospedeiro até precisar de sangue novamente e partir em busca de um outro animal cujo sangue irá servir de alimento.

O carrapato é infectado quando se alimenta do sangue de um cão com Babesiose. Uma vez ingeridas as babésias, elas se instalam e contaminam os ovos que serão postos pelo carrapato fêmea. Depois de já terem contaminado os ovos, as larvas e as ninfas, esses protozoários se fixam nas glândulas salivares do carrapato adulto e se multiplicam neste lugar. Quando este carrapato contaminado for sugar o sangue do próximo hospedeiro (cão), irá infectar este cão.

Caruncho

Principais espécies: gorgulho, caruncho (Sitophilus spp., Lasioderma serricone, Acanthoscelides obtectus).

Os carunchos infestam vários grãos e produtos armazenados tais como: sementes e cereais diversos, farinhas e farelos, chocolate em pó e em barras, frutos desidratados e secos. Alguns tipos são capazes de romper os grãos atingindo o endosperma. Associados a eles, vivem outros organismos que se alimentam de detritos e fungos sem danificar os grãos, porém alterando a qualidade do produto final. Carunchos são capazes de se movimentar pelos pequenos espaços entre os grãos, inclusive nas áreas mais profundas dos silos. As traças de produtos armazenados são insetos frágeis que costumam infestar a superfície da massa de dos produtos armazenados.

Cupim

Dentre as cerca de 2700 espécies atuais de cupins existentes no mundo, apenas pouco mais de 70 ou 80 espécies foram assinaladas como pragas. Nas áreas urbanas mundiais, estima-se que os gastos com tratamento, reparos e substituições de peças atacadas por cupins alcance, na atualidade, valores da ordem de US$ 5 a 10 bilhões anuais. Apenas na cidade de São Paulo, as perdas podem atingir algo em torno de US$ 10 a 20 milhões anuais.

Principais especies:

  • Cupim de madeira seca – Cryptotermes brevis
  • Cupins subterrâneos – Coptotermes e Heterotermes
  • Cupins arborícolas – Nasutitermes spp
  • Cupins de solo ou grama – Neocapritermes sp
  • Cupim de montículo – Cornitermes cumulans

Escorpião

Os escorpiões não são insetos, e sim animais peçonhentos pertencentes ao Filo Artropoda. Todos os animais que possuem a glândula produtora de veneno são chamados de peçonhentos.

Animais invertebrados, com hábitos noturnos, costumam se esconder durante o dia em lugares escuros, como embaixo de pedras, madeiras, cascas de árvores, buracos, em meio a entulhos, etc. Alimentam-se de insetos como cupins, moscas, grilos, baratas, entre outros. Na falta de alimento, eles podem praticar o canibalismo, ou seja, alimentam-se de outros escorpiões.

Podem atingir até 25 cm de comprimento e picam quando se sentem ameaçados.

São muitos os animais que gostam de se alimentar de escorpiões,como a lacraia, louva-deus, macacos, aranhas, sapos, lagartos, seriemas, suricatos, corujas, gaviões, quatis, galinhas, camundongos e algumas espécies de formigas.

Suricato se alimentando de um escorpião

Assim como as aranhas, os escorpiões possuem as quelíceras, estruturas afiadas próximas à boca que são utilizadas para retirar pequenos pedaços do alimento e levá-los à boca.

Os escorpiões possuem oito patas; e em seu cefalotórax há pedipalpos terminados em pinças, que têm a função de segurar e dilacerar os alimentos.

Na ponta da cauda dos escorpiões existe um espinho chamado de télson. É ali que se localizam as glândulas de veneno, e é por meio daquele espinho que o escorpião inocula o veneno em suas vítimas.

Existem cerca de 1500 espécies de escorpiões em todo o mundoe, dessas espécies, apenas 20 delas são venenosas.

A picada do escorpião pode causar dor intensa, seguida de vômitos, sudorese e náuseas.

Ao ser picada por um escorpião, a pessoa deve procurar imediatamente um hospital especializado. Lá será feita a aplicação de medicamentos no local da picada para o alívio da dor e, em casos mais graves, a aplicação de soro antiescorpiônico.

Formiga

Dentro de nossas casas ou em qualquer outro lugar as formigas sempre foram um incômodo para nós, mas convenhamos, quem invadiu o espaço da formigas forma os seres humanos.

São 11.832 espécies catalogadas e estima-se que existam pelo menos 21.000 espécies sobre o globo terrestre, elas podem ser pequenas, mas acredite, elas correspondem de 10 a 25% de toda a biomassa animal do planeta.

Não é a toa que ela está entre os insetos mais populares do planeta.

Elas desempenham um importante papel no nosso Ecossistema dentro de um ambiente equilibrado, mas quando temos dividir nossos espaços com este inseto, é hora de combatê-los.

Entendendo tudo isso a DDT Ambiental utiliza em seus processos produtos que além de dar o resultado esperado não agridem o ambiente a sua volta, afinal devemos preservar o nosso meio ambiente.

Seja na sua propriedade rural, empresa, restaurante, ou até mesmo aquela formiguinha que está roubando seu bolo no café da tarde, conte com os serviços da DDT Ambiental.

Tapinoma melanocephalum (formiga-fantasma): São pequenas, com o corpo claro e a cabeça escura. Constroem seus ninhos perto ou dentro das residências, atrás de rodapés e batentes.

Morcego

A Ordem Chiroptera é a segunda em número de espécies, com cerca de 1000 espécies identificadas, sendo cerca de 140 existentes no Brasil. Os morcegos são os únicos mamíferos com capacidade de vôo, devido à transformação de seus braços em asas. Geralmente são considerados animais nocivos, sendo cercados por muitas lendas, geralmente associadas à sua aparência e hábito noturno.

Principais especies:

  • Morcego cauda de rato – (Molossus ater e M. molossus)
  • Morcego das casas – (Myotis nigricans)
  • Morcego das frutas – (Artibeus lituratus)
  • Morcego beija-flor – (Phyllostomus hastatus)
  • Falso vampiro – (Loxosceles spp.)
  • Falso vampiro – (Loxosceles spp.)
  • Morcego de cauda curta – (Carollia perspicillata)
  • Morcego vampiro – (Desmodus rotundus)

Mosca

Muitas pessoas podem pensar: “Pra que ou porque as moscas existem?”

Nós da DDT Ambiental também pensamos assim, não gostamos de moscas…

O Controle Integrado das Moscas executado pela DDT Ambiental é desenvolvido para cada situação. Seja por meio de armadilhas luminosas ou biológicas, produtos mosquicidas ou qualquer outro método, este sempre será estudado toda a situação de todo o ambiente e aplicar o melhor método.

Executamos serviços em frigoríficos, supermercados, indústrias – principalmente as do ramo de alimentação, silos, propriedades rurais, açougues, padarias, restaurantes entre outros.

As moscas mais comuns:

Nome popular: Mosca doméstica
Nome científico: Musca domestica

Nome popular: Varejeira azul
Nome científico: Calliphora vomitória

Nome popular: Mosca do chifre
Nome científico: Haematobia irritans

Nome popular: Mosquinhas ou mosca da banana
Nome científico: Drosophila melanogaster

Mosquito

O trabalho contra esta praga vai além de simplesmente aplicação de inseticidas, primeiramente a conscientização da população vem em primeiro lugar. Todos devem conhecer os métodos que eliminam os possíveis focos do mosquito e cada um deve fazer a sua parte.

É muito importante fazer o controle de águas paradas, para evitar a proliferação deste pernilongo, Todo o perímetro deve ser inspecionado eliminando qualquer foco existente. Perto de terrenos baldios (com lixo jogado ao ar livre), piscinas abandonadas e principalmente banhados, é quase certo que o encontrará.

Somente a fêmea do mosquito pode picar, pois ela precisa de sangue para poder pôr seus ovos, as fêmeas do Aedes aegypti encontram-se aptas para a postura de ovos três dias após a ingestão de sangue, passando então a procurar local para desovar

Os ovos adquirem resistência ao ressecamento muito rapidamente, em apenas 15h após a postura. A partir de então, podem resistir a longos períodos de dessecação – até 450 dias, segundo estudos. Esta resistência é uma grande vantagem para o mosquito, pois permite que os ovos sobrevivam por muitos meses em ambientes secos, até que o próximo período chuvoso e quente propicie a eclosão.

A detetização pode ser feita pelo poder municipal, na maioria das cidades, no entanto a DDT Ambiental desempenha essa função com expertise.

Com vistorias freqüentes e aplicações de inseticidas direcionados em pontos críticos, o serviço visa romper o ciclo de reprodução do mosquito e assim ter o controle efetivo.

A doença mais conhecida na nossa região causada pelo mosquito é a dengue, causada pelo mosquito Aedes Aegypti, em outras regiões do país elas também ocorrem como é o caso da malária,ela é causada pelo mosquito Anopheles e ocorrre mais nas regiões norte, centro-oeste e nordeste do país.

Os mosquitos mais comuns são:

O Aedes Aegypti: é o mosquito que transmite duas doenças perigosas: dengue e febre amarela urbana.

Percevejo

Os percevejos de cama alimentam-se de sangue humano e de sangue de outros mamíferos. Apesar de ser possível que os percevejos de cama transmitam doenças, isso é muito raro neste país. A principal preocupação é com a irritação e o desconforto provocados pelas picadas deste insetos.

As picadas de percevejos de cama não causam dor, apenas coceira, vermelhidão e desconforto. O tratamento das picadas acalma a irritação, mas não acaba com o desconforto quando há muitas picadas.

Se houver várias picadas e mais contato com percevejos de cama, isso pode levar ao aparecimento de irritações de pele ou eczemas. Procure ajuda médica caso isso lhe aconteça.

Os percevejos de cama quando adultos têm 5 mm de comprimento. Antes de se alimentarem tem uma forma oval achatada e são de cor castanho-claro, mas tornam-se mais redondos e escuros após se alimentarem.

Saem à noite e são atraídos pelo calor dos nossos corpos e pelo dióxido de carbono do ar que expiramos.

Encontram-se geralmente nos quartos de dormir e escondem-se em frestas durante o dia. Os abrigos mais comuns dos percevejos de cama são as costuras dos colchões, fendas nas estruturas das camas, atrás de móveis que se encontrem perto das camas (principalmente a cabeceira) ou nos rodapés.

O surgimento de manchas escuras de excreções dos percevejos de cama nos colchões está geralmente associado a uma infestação bem implantada.

Estas infestações bem implantadas também se detectam pela existência de um cheiro desagradável proveniente das excreções dos percevejos de cama.

Pombo

Controle de Pombos uma medida de remoção e prevenção essencial para estabelecimentos localizados em centros urbanos. Os pombos, apesar de apresentarem aparência inofensiva, são causadores de doenças que podem afetar os sistemas respiratório e nervoso dos seres humanos, além de causar dermatites e outros danos à saúde.

Para evitar que estas aves comprometam a qualidade de vida em qualquer ambiente, a Dedetizadora DDT Ambiental conta com um completo serviço de controle de pombos urbanos, realizando desde a expulsão dos animais até a adoção de práticas preventivas para evitar a criação de ambientes propícios à proliferação.

Aparentemente inofensivos, os pombos podem se tornar verdadeiras pragas em caso de proliferação excessiva. Doenças como a criptococose, histoplasmose e ornitose são transmitidas pela inalação da poeira proveniente das fezes secas dessas aves, que estão contaminadas por fungos (histoplasmose e criptococose) ou ricketsia (ornitose). Tais doenças comprometem o aparelho respiratório, podendo afetar o sistema nervoso central, como acontece nos casos de criptococose. A salmonelose é uma doença infecciosa aguda do aparelho digestório, que pode ser transmitida pela ingestão de alimentos contaminados pela bactéria Salmonela sp., trazidas até esses alimentos pelas fezes desses pombos.

Pulga

As pulgas são ectoparasitas de aves e, principalmente, mamíferos e causam bastante incômodo ao homem quando infestam o ambiente. Existem cerca de 2.500 espécies de pulgas em todo o mundo, distribuídas em 16 famílias.

Além do desconforto ao homem e seus animais domésticos, as pulgas também transmitem viroses, vermes e doenças causadas por bactérias (peste bubônica, tularemia e salmonelose), pois podem variar de hospedeiro. Podem ocorrer grandes infestações, pois as larvas escondem-se em locais protegidos da luz como frestas de assoalhos, sob almofadas de poltronas e sofás, bordas de colchões, base de tapetes e carpetes, etc.

Principais espécies:

Principais especies:

  • Pulga do rato – (Xenopsylla cheopis)
  • Pulga do cão – (Ctenocephalides canis)
  • Pulga do gato – (Ctenocephalides felis)
  • Pulga do homem – (Pulex irritans)
  • Bicho de pé – (Tunga penetrans)

Pulga

Ratazana (Rattus norvegicus) Também é conhecida como rato de esgoto, gabiru, entre outros. Possui o corpo robusto, orelhas relativamente pequenas, suas fezes são em forma de cápsulas com extremidade rombuda. Habita tocas e galerias no solo próxima de córregos, lixões, interior de edificações. É hábil nadador e escavador. Seu raio de ação é de cerca de 50 metros em volta das tocas, onde deixam trilhas com manchas de gordura, fezes e pêlos. São onívoros mas preferem grãos, carnes e frutas. Apresentam desconfiança à mudança no ambiente, preferindo locais pouco movimentados.

Rato do Telhado (Rattus rattus): É conhecido como rato preto, de paiol ou de navio. Apresenta corpo esguio e cauda longa, orelhas sem pêlo, grandes e proeminentes. Habita forros, sótãos, paióis, silos, podendo ainda viver em árvores. É comum no interior de domicílios. É hábil escalador e raramente escava tocas. Seu raio de ação é em torno de 60 metros. Por onde costuma passar, deixa manchas de gordura, pêlos e fezes. Prefere como alimentação legumes, frutas e grãos e, como a ratazana, apresenta grande desconfiança a mudanças no ambiente.

Camundongo (Mus musculos): Conhecido como catita, rato de gaveta, muricha, etc. De corpo pequeno e esguio, apresenta orelhas grandes e proeminentes em relação ao corpo. Habita o interior dos móveis, despensas e armários, é hábil escalador, podendo cavar tocas, seu raio de ação é em torno de 3 a 5 metros. É onívoro, preferindo grãos e sementes. Diferente das outras duas espécie, o camundongo é extremamente curioso, possuindo hábitos exploratórios.

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